Para sonhar com voos mais altos na temporada, o Flamengo precisa ficar atento aos perigos que vêm de cima. O time comandado por Cristóvão teve a defesa vazada 17 vezes, sendo sete gols em jogadas aéreas ao longo de 16 partidas, representando 41% dos gols sofridos.
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Com os dois gols em escanteios que o time levou na quarta-feira do Altético-PR, a média chegou a quase um gol em jogadas pelo alto a cada dois jogos, o que causa preocupação do treinador e abre a possibilidade para mudanças na defesa.
— Preocupa a forma de tomar gols em bolas paradas. Nas últimas partidas (Santos e Ponte Preta), conquistamos apenas um ponto de seis por causa disso. É uma preocupação e estamos treinando para corrigir isto. Vimos vídeos, mas mesmo assim tomamos os gols — lamentou o treinador rubro-negro.
Um detalhe que pode explicar os números é a alteração constante na dupla de zaga. A atual, Wallace e César Martins, levou quatro gols de bola aérea em três jogos, o pior desempenho dos zagueiros escalados por Cristóvão.
A falta de entrosamento pode surgir como explicação, mas outras duplas tiveram desempenho melhor. Cesar Martins e Marcelo, por exemplo, jogaram apenas uma partida e não sofreram gols. Já a parceria entre Wallace e Marcelo, que durou durante a lesão de Samir, levou apenas um gol em cinco jogos nestas circunstâncias. A dupla mais escalada por Cristóvão e considerada até pouco tempo a titular — Wallace e Samir — levou apenas dois gols de bola aérea em seis partidas das últimas 16.
Depois de sofrer uma pancada nas costas, Wallace foi reavaliado ontem e não deve ser problema por questão física. Na parte técnica, César Martins tem mostrado dificuldade e pode perder a vaga para Samir. No Flamengo, alguém tem que subir para o time não cair de produção.
Fonte:Extra
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