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terça-feira, 28 de abril de 2015

Conselho Deliberativo do Fla aprova contas de 2014 por unanimidade

O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira, as contas de 2014 apresentada pela diretoria do clube. A reunião contou com cerca de 170 presentes. O balanço mostra um superávit contábil no exercício de R$ 64 milhões e a estimativa da atual gestão é de que o lucro suba para R$ 105 milhões em 2015. As dívidas do clube, estimadas em R$ 750 milhões em estudo conduzido pela Ernst & Young nos primeiros meses de 2013, hoje somam aproximadamente R$ 525 milhões.

O balanço rubro-negro traz algumas peculiaridades, como uma tabela com todos os percentuais de direitos sobre jogadores que o clube possui. Foi um dos itens incorporados do modelo do Real Madrid, o que foi feito, de acordo com o vice de finanças, Rodrigo Tostes, por sugestão da EY, que também faz auditoria dos balanços financeiros do clube espanhol. 

Em entrevista ao GloboEsporte.com, publicada no último dia 24, Tostes afirmou que o novo quadro das finanças do clube já permite um maior investimento no futebol nesta temporada. A meta da diretoria, que tentará a reeleição no fim do ano, é chegar a 2018 com meio bilhão de receita e uma dívida estabilizada de R$ 200 milhões.

- A gente não vai sair de um time que tinha R$ 750 milhões de dívida para virar o Barcelona, mas a perspectiva é, sim, nesse ano de 2015 e no próximo ter uma consolidação, para ter um crescimento maior em 2017 e 2018. Assim que foi pensado em termos de projeto. A cada ano a torcida pode esperar um time melhor, sim. Mas o passo mais difícil é esse agora. A torcida comprou a ideia de a gente efetivamente arrumar a casa, esse time de 2015 já é melhor, na minha opinião, do que 2013 e 2014 e a crescente vai acontecer. A torcida pode esperar, sim, um time muito melhor do que os anteriores - disse Tostes.

Fonte: Globoesporte.com

Fla pode ser exemplo de mudança na gestão, diz Bandeira de Mello

Conselho fiscal autônomo, balanços auditados de forma independente e punição para dirigentes por má conduta. Tais práticas de gestão, tão comuns no linguajar corporativo, passaram a fazer parte do dia a dia do Flamengo. À frente do clube rubro-negro desde 2013, Eduardo Bandeira de Mello tem trabalhado para modernizar a gestão do clube.

"Sempre há o risco de dirigentes agirem de maneira irresponsável para conseguir resultado esportivo imediato", afirma Bandeira de Mello.

Além de instituir a Lei de Responsabilidade Fiscal, algo inédito entre os times brasileiros, o Flamengo é a favor das exigências de gestão da MP 671, que visa a refinanciar dívidas de clubes.

Para Bandeira de Mello, o Flamengo, que se reestruturou após ver a dívida do clube bater R$ 750 milhões em 2012 – no último ano antes do início do seu mandato –, pode estimular mais mudanças na gestão no futebol. "Se o Flamengo pôde [implementar práticas de gestão], por que os outros não podem?". Confira a entrevista:

Qual a sua avaliação sobre a MP do Futebol?
É um bom ponto de partida, mas existem pontos que precisam ser aperfeiçoados. O artigo 8.º pode ser totalmente suprimido. Ele interfere na gestão de risco dos clubes, ao exigir que todas as receitas transitem por uma conta única.

Os clubes estão preparados para aderir?
Não tenho a menor dúvida de que os clubes poderão aderir. O Flamengo estava numa situação muito ruim há dois anos e hoje pode dizer, com orgulho, que já cumpre todas as contrapartidas do artigo 4.º da MP 671. Se o Flamengo 
pôde por que os outros não podem?

Qual é a dificuldade de gerir um clube como empresa?
Em clubes como o Flamengo, que têm uma torcida muito grande, sempre há o risco de dirigentes agirem de maneira irresponsável para conseguir resultado esportivo imediato. Isso foi a fonte de todos nossos problemas aqui no clube.

A Lei de Responsabilidade Fiscal resolve essa questão?
Com a mudança estatutária fica muito mais difícil. A lei é boa também para nossa captação de recursos, para reduzir taxa de juros, e para aumentar a segurança de investidores e credores. Empresas, patrocinadores e investidores dão valor para práticas de gestão.

Qual o principal entrave para a modernização da gestão?
Eu entendo que a gestão do futebol tem evoluído de uns tempos para cá. No caso do Rio, se você olhar a Federação de Futebol do Estado (Ferj), você vai chegar à conclusão de que as outras federações são "exemplos" de modernização. A Ferj pratica exemplos do que não se pode fazer, em termos de administração.

É viável economicamente romper com a Ferj?
Seria uma bravata minha falar agora que criaremos uma liga. Estamos estudando a viabilidade jurídica e política dessa alternativa e de outras. O fato é que o Fla não pode se desfiliar por conta de punições previstas no estatuto arcaico da Ferj. Estamos trabalhando por uma saída que garanta o mínimo de modernização, rentabilidade e atratividade ao futebol do Rio.

291 visitas - Fonte: Estadão

Por amistoso, Flamengo receberá cerca de R$ 800 mil

Para ir até Juazeiro do Norte, no Ceará, disputar o amistoso diante do Icasa, no sábado, às 19h30, o Flamengo receberá aproximadamente R$ 800 mil. O valor será pago pela empresa Granada Eventos, a mesma que organizou o amistoso do Rubro-Negro diante do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, em janeiro deste ano.

Os ingressos para o amistoso já estão sendo vendidos. Os bilhetes inteiros, comprados de forma antecipada, para a geral e a social custam R$ 100. Já as cativas, R$ 200. Toda a renda será da organizadora do evento. Os sócios-torcedores dos dois clubes não terão direito à gratuidade.

O valor destinado ao Flamengo pode aumentar, caso o direito de transmissão da partida seja comprado por alguma rede de TV, o que ainda não foi confirmado. Esta negociação é feita diretamente com a empresa organizadora do evento, sem a participação dos clubes.

Fonte: Lancenet

sábado, 25 de abril de 2015

Aviso aos inconsequentes: “O Flamengo não é mais o que você quer!”

A insistência em contratações com alto investimento e salários exorbitantes não cabe no modelo de gestão do presidente Eduardo Bandeira de Melo. Chegamos, rubro-negros, em um outro patamar administrativo, e a palavra de ordem é a ética. Então não compartilhem da ideia medíocre da criação de “super times” plantada por idiotas que se dizem rubro-negros, mas, na verdade tem seus próprios interesses sujos. O que de fato querem é a volta do “Velho Flamengo”, aquele que não pagava dívidas (o que falo serve para parte da mídia e também para alguns carcarás da oposição política dos Blues, além de alguns torcedores pobres de espírito).

Querem a volta do fantasma da corrupção e falta de credibilidade. Me recordo de um dia ouvir do folclórico volante Vampeta a seguinte frase: “Eles fingem que me pagam e eu finjo que jogo”. Não quero esta podre realidade de volta! Prefiro um time mediano com as contas em dia e com nome limpo na praça do que um plantel que tenha Ronaldinho, Robinho, Diego, Kaká, etc e atolado em dívidas.

Infelizmente estamos falando de matemática e a conta é simples, para pagar dívidas é necessário diminuir despesas e aumentar a receita e assim nossa gestão tem feito. Então vamos deixar o jeitinho brasileiro de lado, parar de achar que é possível fugir do correto só um pouquinho e vamos superar juntos as dificuldades que temos para que um dia possamos ter o plantel que merecemos de forma duradoura e respeitável.

Por fim, ratifico meio apoio aos Blues, reitero minha insatisfação com o bloco do mimimi (“queremos o messi no flamengo”) e deixo o meu questionamento: qual o Flamengo que você quer, o de hoje ou o do passado? SRN!

Fonte: Mauricio Dias

quinta-feira, 23 de abril de 2015

NY Times: ‘Flamengo é um dos poucos times brasileiros capazes de pagar suas dívidas’

SÃO PAULO, Brasil – Menos de um ano após a sua eliminação humilhante da Copa do Mundo, o futebol brasileiro tem uma nova crise em suas mãos.

Equipes profissionais do Brasil estão se afogando em dívidas, evasão de jogadores e jogos em estádios quase vazios. Oito dos 12 maiores clubes estão com salários atrasados, e se fossem empresas, quase todas as equipes na primeira divisão, Serie A, iriam à falência.

Agora, com a economia do Brasil em recessão e patrocinadores fazendo corte nas despesas, espera-se que as finanças dos clubes fiquem ainda pior. Os clubes devem publicar seus resultados de 2014 até 30 de Abril, e apenas um – o Flamengo, do Rio de Janeiro – será capaz de anunciar que ganhou o suficiente para pagar sua dívida e pagar seus impostos, é o que espera Cesar Grafietti, gerente de crédito no investimento brasileiro Banco Itaú. As consequências são cada vez mais visíveis no campo.

Clubes do Brasil sempre fizeram dinheiro vendendo seus jogadores – quase todos reféns dos agentes – para clubes estrangeiros, mas a exportação de talentos do futebol do país está desacelerando. Em vez de enviar estrelas como Neymar para clubes europeus famosos por dezenas de milhões de dólares, os clubes brasileiros estão vendendo os melhores jogadores para as equipes em países fora dos holofotes do futebol mundial.

Cruzeiro, um clube de Belo Horizonte, que foi o campeão nacional em 2013 e 2014, este ano vendeu dois jovens jogadores de ponta, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, para equipes nos Emirados Árabes Unidos e China. Ribeiro e Goulart são considerados fortes candidatos para jogar na Seleção do Brasil na Copa do Mundo de 2018, apesar de o fato de jogarem em ligas de segunda linha reduzirem suas chances.

As equipes desesperadas por dinheiro estão vendendo jogadores cada vez mais jovens, mesmo os no fim da adolescência, que ainda não se estabeleceram e que possuem valores modestos.

“Os clubes estão vendendo seus futuros”, Amir Somoggi, consultor de gestão esportiva em São Paulo, disse. Somoggi estima que os clubes do Brasil venderão mais de 1.200 jogadores para clubes estrangeiros este ano.

“Os fãs costumavam ver grandes talentos jogarem por pelo menos alguns anos aqui antes de serem enviados para o exterior”, disse Grafietti. “Agora, os melhores jogadores estão indo embora rapidamente, bem como a qualidade do espetáculo está sofrendo.”

Os problemas dos clubes estão enraizados em anos de gestão temerária. Todos os clubes da primeira divisão são estruturados como organizações sem fins lucrativos que, em teoria, existem para servir os seus fãs. Fãs qualificados – geralmente aqueles que tem que pagar uma taxa de adesão modesta – votação para escolher a gestão de topo dos clubes, que não recebem salários. Mas os fãs não costumam eleger uma gestão que promete sucesso a longo prazo, mas que promete um campeonato deste ano, não importa o custo.

Corinthians de São Paulo, por exemplo, em 2013, pagou uma taxa de transferência de 15.000.000 € (cerca de 16.100 mil dólares) para trazer o atacante Alexandre Pato de volta ao Brasil a partir de Milão. Corinthians manteve Pato por apenas um ano antes de enviá-lo por empréstimo para o seu rival da cidade São Paulo FC.

Para se manter ativos, muitos clubes estão recorrendo a empréstimos bancários com taxas de juros muitas vezes superior a 30% ao ano e a evasão fiscal flagrante. Como resultado, o governo tornou-se o maior credor dos clubes, com cerca de quatro bilhões de reais (1300 milhões dólares americanos) em impostos não pagos.
Em uma tentativa de salvar o esporte nacional do país e enviar algum dinheiro para os cofres federais, a presidente Dilma Rousseff no mês passado enviou uma lei ao Congresso que iria renunciar a maioria das penalidades por atraso de pagamento e dar os clubes até 20 anos para pagar seus impostos atrasados.

Três vezes nos últimos 15 anos, o governo tem dado os clubes acordos semelhantes de refinanciamento. Desta vez será diferente, funcionários do governo dizem, porque a legislação proposta exige que os clubes coloquem a casa em ordem.

O projeto de lei proíbe os clubes de gastar mais do que 70% da receita sobre os salários; seria obrigá-los a pagar todos os impostos e salários a tempo; e que iria exigir que quebrar mesmo financeiramente, o mais tardar em 2021. O projeto de lei também exige que os clubes invistam no desenvolvimento de jogadores e futebol feminino.

Somoggi estima que para atender a esses requisitos, eles teriam de cortar gastos com salários em 30%, em média. A resposta de muitos clubes para as mudanças propostas tem sido indignação. “O projeto de lei cria aspectos penais que são totalmente inadequado”, disse Lázaro Cunha, diretor de assuntos legais para o clube Belo Horizonte Atlético Mineiro. “Se passar, haverá uma rebelião entre os clubes.” Cunha disse que concordava que “os clubes devem melhorar a gestão e responsabilidade fiscal”, mas que a nova lei foi “interferência do governo desnecessário e sem precedentes no negócio de entidades privadas.”

O Atlético Mineiro e outros clubes estão trabalhando para convencer o Congresso a alterar o projeto de lei, mas Eduardo Bandeira de Mello, o presidente do clube mais popular do Brasil, Flamengo, disse que o apoiara. “É grave, mas necessária”, disse ele. De Mello, um executivo de longa data no Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil, que tomou as rédeas do Flamengo em 2013, passou seus primeiros anos no clube suando para equilibrar as finanças. “Enviamos Vágner Love, o nosso melhor jogador, para o exterior e não fizemos grandes contratações por dois anos”, disse ele. “Doeu o nosso desempenho.” Com as finanças do seu clube agora relativamente sólidas, de Mello disse que estava ansioso pelo projeto de lei para que outras equipes tenham que jogar pelas mesmas regras.

A humilhante derrota da equipe nacional para a Alemanha nas semifinais da Copa do Mundo do ano passado, uma vergonha nacional que destacou o estado debilitado do esporte no país, convenceu muitos brasileiros de que a sua liga precisa de uma reforma estrutural importante.

“Essa derrota de 7×1 era uma chamada wake-up”, disse Juca Kfouri, jornalista de futebol brasileiro. “Não há apoio entre os jogadores e sociedade para a uma mudança.”

Fonte: NY Times

terça-feira, 21 de abril de 2015

Presidente do Fla cita 'gestão condenável' e alívio por distância da Ferj

As críticas à Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) deram o tom no Flamengo após a eliminação para o Vasco no Campeonato Carioca. O presidente Eduardo Bandeira de Mello falou em "decisão esperada e merecida pela federação" entre Cruzmaltino e Botafogo e criticou bastante a arbitragem pela marcação do pênalti duvidoso que decidiu a semifinal.
Mas os ataques não pararam por aí. A guerra contra a Ferj só aumenta e a promessa é a de que Flamengo e Fluminense estudem formas para não disputarem o Estadual de 2016. Questionado sobre como se lembrará do atual Campeonato Carioca, Bandeira respondeu.
"Vamos esperar um tempo. Pode ter sido o último Estadual gerido desta maneira condenável. Não sei se as pessoas gostam de tudo o que está acontecendo. Eu não gosto. Alguma coisa vai mudar. Não tenho dúvidas", afirmou.
A partir de agora, o eliminado Flamengo concentra-se nas competições administradas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Um tempo no relacionamento estremecido com a Ferj foi recebido com alívio pelo mandatário rubro-negro.
"A CBF e as outras federações são organizações de vanguarda e modernas perto da Ferj. Disputar um campeonato administrado por outra entidade já é uma grande vantagem neste momento", comentou.
Por fim, o jogo contra o Vasco voltou ao tema principal. O técnico Vanderlei Luxemburgo reclamou bastante de o árbitro Rodrigo Nunes de Sá não ter expulsado o atacante cruzmaltino Gilberto. O camisa 9 converteu a cobrança de pênalti e foi comemorar na escada de escape para o gramado. Em tese, o jogador teria de receber um cartão amarelo pela orientação da CBF. Desta forma, seria expulso, pois havia sido punido anteriormente.
"Não tive a menor dúvida de que não aconteceria nada com o jogador do Vasco que comemorou na torcida. Surpresa zero", encerrou.
Fonte: Uol.com

domingo, 19 de abril de 2015

Irônico, Bandeira afirma: "Final que estava prevista, que a Ferj merece"

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, usou da ironia para analisar a eliminação do Rubro-Negro e do Fluminense na semifinal do Carioca e, consequentemente, a classificação de Vasco e Botafogo para a decisão. O mandatário não chegou a cravar que os resultados foram premeditados, mas nas entrelinhas deixou claro o seu posicionamento: o comando da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), segundo ele, está satisfeito.  
- Acho que quem tem que fazer a avaliação são vocês. Fatos estão aí para a imprensa analisar. Fato é que Flamengo e Fluminense tiveram perdas consideráveis nos tribunais e nas arbitragens. Se foi premeditado para não chegarem à final, vocês têm que analisar. O que aconteceu a gente esperava, mas sempre fica a esperança de chegar assim mesmo. Não conseguimos. É a final que estava prevista, que a federação merece.
Sobre a derrota por 1 a 0 para o Vasco, neste domingo, no Maracanã , Bandeira questionou o pênalti marcado pelo árbitro Rodrigo Nunes de Sá e também a decisão do juiz de não dar cartão amarelo para o atacante Gilberto por comemorar com a torcida – ele já tinha recebido amarelo no primeiro tempo por falta e deveria ter sido expulso.
- Sou suspeito para dizer, mas não vi ninguém que dissesse que foi pênalti. Unanimidade que foi disputa normal, uma dividida, foi absolutamente injusto. Mas não é a primeira, segunda, terceira, quarta, quinta, quantos pênaltis mesmo? Sete ou oito. Aconteceu. Deveríamos estar preparados para isso. Era um lance para cartão amarelo, foi assim com o Alecsandro, mas não tinha dúvidas de que nada aconteceria. Surpresa zero. Disputamos o campeonato em respeito a vocês, aos patrocinadores, direitos de televisão. Sabíamos que isso poderia acontecer. Em 2016 será diferente. 
A união entre Flamengo e Fluminense continua, e as discussões por mudanças para 2016, segundo Bandeira, vão ser aprofundadas. 
- Estamos estudando alternativas para 2016, pois do jeito que está não dá para continuar. Se alguém gosta, eu não gosto. Alguma coisa tem de ser feita, mas seria precipitado dizer o que vai ser. Mas não foi por causa de hoje. Poderíamos passar. Seria difícil, mas poderia. Mas de maneira nenhuma mudaria minha posição. Alguma coisa vai acontecer.
Fonte: Globoesporte.com

sábado, 18 de abril de 2015

Com presidente do Fla, governo monta grupo para criar Sistema do Esporte


O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, foi um dos 24 nomes incluídos pelo Ministério do Esporte no grupo de trabalho para a elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes e Bases do Sistema Nacional do Esporte.
Segundo o governo federal, a discussão será para definir o papel de cada órgão envolvido com o tema, e isso inclui as esferas pública e privada.
- O Grupo de Trabalho será um espaço de diálogo e formulação de propostas, para que até setembro a gente apresente o texto ao Congresso Nacional - afirmou o ministro do Esporte, George Hilton.
O estabelecimento do grupo foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira. De acordo com a portaria, o Ministério do Esporte poderá firmar parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, visando a fomentar ações relevantes para viabilizar os objetivos estabelecidos no plano.
O intuito é chegar a um sistema que mantenha uma forma de fomento do esporte que independa de qual governante estará no poder.
O Grupo de Trabalho tem prazo de 90 dias para a conclusão dos trabalhos, podendo ser prorrogado por mais períodos iguais a esse.

Veja abaixo a lista dos integrantes do Grupo de Trabalho:
1) Cássia Damiani - Diretora do Departamento de Planejamento e Gestão Estratégica da Secretaria Executiva do Ministério do Esporte;
2) Ivan Alves Soares - Chefe de Gabinete do Ministro de Estado do Esporte;
3) Ricardo Nascimento de Avellar Fonseca - Diretor do Departamento de Excelência Esportiva e Promoção de Eventos da Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte;
4) Andréa Nascimento Ewerton - Diretora do Departamento de Desenvolvimento e Acompanhamento de Políticas e Programas Intersetoriais de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social do Ministério do Esporte;
5) Lars Schmidt Grael - Presidente da Comissão Nacional de Atletas - CNA;
6) Ana Beatriz Moser - Ex-Atleta;
7) Hortência de Fátima Marcari- Ex-Atleta;
8) Álvaro Cotta Teixeira da Costa - Presidente da Federação Mineira de Basketball - FMB;
9) Kouros Monadjemi - Diretor de Relações Institucionais da Liga Nacional de Basquete - LNB;
10) Representante do Comitê Olímpico Brasileiro - COB;
11) Andrew Parsons - Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB;
12) Jorge Steinhilber - Presidente do Conselho Federal de Educação Física - CONFEF;
13) Paula Korsakas - Rede Esporte pela Mudança Social - REMS;
14) Simone Rechia - Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte - CBCE;
15) Rubens Xavier Martins - representação de gestores municipais de esporte e lazer;
16) Leila Gomes de Barros - Secretária de Esporte e Lazer do Governo do Distrito Federal;
17) Márcio Jardim - Presidente Fórum Nacional de Gestores Estaduais de Esporte e Lazer;
18) Edson Garcia - Federação Nacional dos Clubes Esportivos – FENACLUBES;
19) Paulo Wanderley Teixeira - Presidente Confederação Brasileira de Judô – CBJ;
20) Representante da Comissão Desportiva Militar Brasileira - CDMB;
21) Maria Luiza Souza Dias - representante do Serviço Social do Comércio - SESC;
22) Fernando Mezzadri - Universidade Federal do Paraná - UFPR;
23) Wladimyr Vinycius de Moraes Camargos - Diretor Jurídico da Confederação Brasileira de Clubes - CBC;
24) Eduardo Bandeira de Melo - Presidente do Clube de Regatas do Flamengo.

Fonte: Lancenet.com

Fla inicia obras na Gávea e já vira 'cantinho' dos EUA para Rio-2016


O Flamengo já respira o clima dos Jogos Rio-2016. O clube firmou contrato com o Comitê Olímpico dos Estados Unidos e a sede da Gávea será o centro de treinamento dos atletas norte-americanos de julho a setembro do próximo ano - período que envolve preparação, Olimpíadas e Paralimpíadas. O Rubro-negro iniciou as obras no centro de lutas nos últimos dias. A conclusão de todo o projeto está prevista para o fim de 2015.
O investimento dos estadunidenses no clube carioca é de US$ 1,2 milhão (R$ 3,7 milhões em valores atuais). O montante contempla as reformas dos ginásios, obras complementares e uma espécie de intercâmbio entre atletas para troca de experiências. Ao assinar o acordo, o Rubro-negro não apenas exigiu melhorias nas instalações, como acesso ao "know-how" dos americanos nos esportes olímpicos.
O ginásio Hélio Maurício teve os vestiários reformados, ganhou nova iluminação e foi a primeira obra entregue. O local será utilizado preferencialmente para os treinos dos times de basquete. Já o ginásio Togo Soares será concluído no fim de abril e contará com treinos de vôlei e handball. O destaque da reforma é a parte visual.
Nos últimos dias, as obras no centro de lutas foram iniciadas. O espaço será ampliado e deve ser concluído no prazo de até três meses. No local, funcionava o judô do Flamengo. No acordo firmado ainda na administração Patrícia Amorim não estava incluída a utilização do ginásio Cláudio Coutinho, atingido por um incêndio em novembro de 2012. O compromisso foi reavaliado e a nova perspectiva empolgou os dirigentes.
"O Comitê dos Estados Unidos se interessou pelo ginásio e vai utilizá-lo para a ginástica artística. É mais uma iniciativa deles e com apoio financeiro. Com isso, teremos um espaço mais moderno, talvez o melhor do Brasil em curto espaço de tempo. O investimento é fundamental. Todo o clube passa por melhorias. As quadras descobertas ganharão cobertura e funcionarão como locais de aquecimento. O campo do futebol profissional também está no contrato para atender a equipe de rugby. Tudo ficará pronto no fim deste ano", explicou o vice-presidente de Esportes Olímpicos do Flamengo, Alexandre Póvoa.
Apesar do acordo, a administração do presidente Eduardo Bandeira de Mello não permitiu a exclusividade da sede da Gávea para os norte-americanos. A prioridade será dos visitantes para os treinos. Entretanto, os sócios utilizarão as instalações normalmente nos outros horários.
O parque aquático não faz parte do contrato. O Flamengo está liberado para procurar delegações interessadas em utilizar o espaço para treinamento durante os Jogos Olímpicos de 2016. Porém, os estadunidenses têm a possibilidade de igualar ou superar uma possível proposta para também alugar o local no período determinado.
Torcida Fla-USA
Além das reformas para receber astros como LeBron James e do intercâmbio para formação e treinamento de atletas, Flamengo e Comitê Olímpico dos Estados Unidos querem interligar forças para a divulgação das respectivas marcas. A torcida "Fla-USA" será criada para apoiar os visitantes nas Olimpíadas, assim como os norte-americanos se comprometeram a divulgar a marca Flamengo nos Estados Unidos e a promover visitas dos rubro-negros.
"É muito mais do que um contrato. Funciona como uma parceria e trocamos ideias de forma direta. Vamos receber a maior comitiva olímpica do mundo. A ideia é a de que o Flamengo fique associado ao Comitê Olímpico dos Estados Unidos no Brasil e no exterior. É gerar essa simpatia instantânea. O marketing é absolutamente positivo. Uma espécie de Fla-USA será criada para deixá-los absolutamente em casa. O acordo funciona muito em torno disso. É uma forma de crescimento fundamental", encerrou Alexandre Póvoa.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Flamengo é o único exemplo na apresentação das Certidões Negativas de Débitos

O novo presidente da CBF assume hoje com uma missão: derrubar a MP do governo que refinancia as dívidas dos clubes com contrapartidas de gestão.

Apesar do Ministro dos Esportes George Hilton, em sessão ontem no Senado, ter afirmado que o texto da Medida Provisória não sofrerá alterações em seus princípios, clubes, Federação e a CBF se reuniram e preparam um documento com oito razões para modificar a MP, é o que informa o jornal O Globo dessa quinta.

A exceção é o Flamengo, que inclusive vem sendo criticado por ser favorável às contrapartidas.
Um dos itens de contestação é a exigência da apresentação das Certidões Negativas de Débitos antes das competições. Segundo o vice-presidente financeiro da CBF, Rogério Caboclo, a obtenção das CND pode demorar dois anos e os clubes não poderiam ficar esse período sem competir.

É uma piada, é uma afronta. O Flamengo, então maior devedor, conseguiu suas certidões em praticamente três meses de nova gestão: 03 de abril de 2013.

O desafio nem é gastar mais do que arrecada, inicialmente o clube que deseja as certidões precisa congelar ou cortar seus gastos e aumentar sua receita. O Rubro Negro agiu dessa forma: repetiu praticamente as mesmas despesas em 2013 e 2014: R$ 232 milhões e R$ 229 milhões, respectivamente. Controlando as despesas, subiu em 29% sua receita e hoje tem a maior do Brasil, superando os paulistas.

O Flamengo é a prova viva de que é possível. Muitos podem dizer: “mas com essa receita é moleza”, mas esquecem que a dívida chegou a ser a maior entre os clubes, sem contar o nível de pressão que a Gávea atrai para enxugar os gastos.
Se a MP cair, que o governo execute via Receita Federal ou PGFN todas as dívidas fiscais dos clubes. O Rubro Negro é de fato, a vanguarda do futebol brasileiro.

Fonte: Ninho do Urubu

Luxa mostra otimismo com o futuro do Flamengo: 'Vamos estar na elite'

Técnico garante que os projetos do Rubro-Negro para o próximo ano são grandes e não poupa elogios à diretoria

Com um bom começo de temporada, Vanderlei Luxemburgo afirmou
que os planos do Flamengo para 2016 são grandes. Projetando
um time de alto nível tanto no patamar nacional, quanto no
internacional, o técnico revelou as pretensões do Rubro-Negro para o futuro.


"Eu vejo o Flamengo avançando muito com essa diretoria em 2016,
tendo a proposta de aumentar muito a receita de montagem
de equipe e ter uma equipe competitiva. Vamos estar na elite,
competindo a nível nacional e até internacional, na América
do Sul principalmente e com qualidade pra ganhar", afirmou em
entrevista à Fox Sports.

Luxa garantiu estar entrosado com a diretoria rubro-negra,
elogiada por melhorar a situação financeira do clube.
 O técnico não poupou elogios aos esforços da gestão atual do Flamengo.
"A diretoria é muito responsável, bem pés no chão mesmo. É tudo
bem planejado", concluiu Luxa.

Fonte: http://odia.ig.com.br/



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Corinthians gasta demais, Flamengo paga dívidas

O jornal Valor Econômico trouxe nesta segunda-feira, dia 13 de abril, matéria sobre a situação financeira dos dois clubes mais populares do futebol brasileiro. “Flamengo aumenta receita e reduz dívida” é o título do texto de Robson Sales. Ele mostra que em 2014 os rubro-negros superaram o Corinthians. “O clube carioca apresentou um crescimento de 27% na receita bruta, somando R$ 347 milhões, segundo relatório obtido pela publicação. Já o time paulista, ao contrário, teve queda de 12% na receita total, em relação ao ano anterior, atingindo a marca de R$ 258 milhões, de acordo com o balanço divulgado em fevereiro pela diretoria de finanças”, resume.
A reportagem lembra que os clubes têm até o final de abril para apresentar balanços do ano passado, mas antecipa o que deverá ser anunciado a partir de consultorias esportivas ouvidas. Elas apontam que nenhum outro clube amortizou suas dívidas como o Flamengo, dando passo importante para deixar de ser o mais endividado do país com cerca de R$ 760 milhões entre débitos trabalhistas e fiscais, de acordo com a agência BDO. E afirma que os dirigentes da Gávea acertaram ao priorizarem o ataque aos débitos com o governo, com uma redução de R$ 138 milhões desde 2013, primeiro ano do mandato do atual presidente, Eduardo Bandeira de Mello.
Valor Econômico destaca a “posição confortável” dos flamenguistas ante a nova medida provisória da renegociação das dívidas dos clubes de futebol. Os consultores prevêem, inclusive, que mesmo sendo o líder do ranking de dívidas por anos, ficará em pé de igualdade com os demais por já ter iniciado o pagamento de suas pendências com a União. Hoje o marketing rubro-negro responde por 35% da receita, com o dinheiro da televisão equivalendo a 33%, acrescenta a reportagem. Já o Corinthians, destaca o jornal, ampliou sua dependência financeira da verba oriunda da TV para 43% no ano passado. Importante: ela era de 32% em 2013.
A consultoria aponta como “aposta errada” dos alvinegros o aumento dos gastos com o futebol “acima da taxa de expansão das receitas”, demonstrando maior preocupação com o resultado dentro do campo, do que fora dele. O Flamengo foi na contramão, cortando despesas e trabalhando seu relacionamento, construindo nova imagem de clube mais transparente e com governança. O objetivo é equilibrar as contas até o ano que vem. Se adequando à MP do governo, na semana passada o conselho deliberativo aprovou a lei de responsabilidade fiscal do clube.
Os dois clubes de maior torcida no Brasil seguem em caminhos nitidamente opostos. Qual deles você gostaria que o seu clube adotasse?
Fonte: EspnBrasil.com

Fla é indicado a prêmio por trabalho na área jurídica esportiva


Em alta pelas ações desenvolvidas no departamento financeiro desde o início da gestão Eduardo Bandeira de Mello, o Flamengo teve reconhecido recentemente o trabalho também no ramo jurídico. Recentemente, representado pelo diretor executivo, Bernardo Accioly, o clube foi indicado ao prêmio da Brasil Sports e Marketing como um dos melhores no segmento esportivo em 2014 e concorre com Palmeiras, Grêmio, São Paulo e Corinthians. O vencedor será conhecido no mês de maio. Além de Accioly, o departamento jurídico rubro-negro conta com o vice-presidente, Flávio Willeman, e o gerente, André Galdeano, além de Michel Assef Filho, para assuntos ligados ao STJD, e Marcos Motta, que atua na Fifa.
Fonte: Globoesporte.com

Flamengo tem o maior lucro da história do futebol brasileiro

Mesmo sem nenhuma venda significativa, o Flamengo conseguiu em 2014 o maior lucro da história do futebol brasileiro. Segundo balanço financeiro divulgado nesta semana, o clube teve um superávit de R$ 64,311 milhões na última temporada e deixou para trás o Santos, que carregava a marca até então. O time da Vila Belmiro fechou 2005 com um faturamento de R$ 63,167 milhões impulsionado por seus ‘meninos'.
Esse é um detalhe que evidencia ainda mais a façanha rubro-negra.
Com a transferência de Robinho para o Real Madrid e de Léo para o Benfica, dentre outros, o alvinegro praiano faturou R$ 93,577 milhões somente com a negociação de direitos federativos de seus jogadores.
A cifra foi responsável por 69,1% de toda a sua arrecadação naquele ano.
Para finalmente virar uma ‘máquina de fazer dinheiro', o Flamengo se apoiou em outras receitas. Foram apenas R$ 19,7 milhões com transações de atletas - sendo que uma fatia considerável desses recursos ainda não entrou em caixa devido ao ‘calote' do Al Nassr na saída de Hernane.
O vice-presidente de finanças Rodrigo Tostes conta com futuras vendas para melhorar ainda mais a sua situação.
"Precisamos disso para que possamos fazer um investimento ainda maior, sempre surge uma outra oportunidade, mas não se concretiza. O Rodrigo Caetano (diretor executivo de futebol) trabalha nisso diariamente. Ele sabe que é importante vendermos para melhorarmos a nossa situação", afirma Tostes ao ESPN.com.br.

Os prejuízos recorrentes ficaram para trás no Flamengo: em 2012, foram R$ 62,452 milhões de déficit, por exemplo.
Nesse processo, mesmo sempre mencionada, a dependência em relação às cotas de TV vem sendo reduzida a cada temporada.
Os R$ 115 milhões de direitos de transmissão que enchem seus cofres correspondem atualmente a 33% de todas as suas receitas. Logo em seguida, surgem os R$ 79,946 milhões em patrocínios - fruto de seu primeiro ano com máster e ainda anúncio nas mangas. Por fim, a contribuição da massa: foram R$ 40 milhões com bilheteria e R$ 30,375 milhões com o programa de sócio-torcedor.
Com uma dívida líquida de R$ 698 milhões, o Flamengo não se dá por satisfeito e ressalta que a situação ainda não é totalmente tranquila.
"Não mesmo. Por isso, temos que manter essa política financeira. Não podemos passar a sensação de que o problema está resolvido. Podemos dizer que tiramos o doente da UTI, mas ele segue dentro do hospital", analisa o vice de finanças Rodrigo Tostes, que discorda que a ‘libertação' do clube virá somente em 2018, ao fim do pagamento dos empréstimos bancários.
"Não acredito nisso de que você não pode fazer futebol com dívidas. Desde que assumimos, tivemos um aumento exponencial de arrecadação de mais de 80%. Nossa despesa, por outro lado, segue igual, não deixamos de gastar. A gente aposta basicamente no seguinte: em construir uma instituição forte; um clube forte também no futebol; e desenvolver um trabalho de credibilidade explorando todo potencial que temos", conclui.
Fonte: EspnBrasil.com